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COMISE realiza formação missionária à luz do 8° FORMISE Nacional

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Na manhã de hoje, 06 de agosto, o Conselho Missionário de Seminaristas (COMISE) do Regional Norte I realizou mais uma formação missionária em preparação à IV Semana Missionária com o tema A Conversão Missionária e a Formação Presbiteral, o mesmo do 8º Formise Nacional, ocorrido em julho deste ano em Brasília (DF).

O evento aconteceu no Instituto de Teologia e Ensino Superior da Amazônia (ITEPES) e contou com a participação dos seminaristas diocesanos do Seminário Arquidiocesano São José, uma aspirante das Missionárias da Imaculada, uma irmã e uma noviça do Instituto Carmelita e membros da Sociedade das Missões Estrangeiras de Quibèc (SME). Com a assessoria dos seminaristas que participaram do 8º Formise Nacional, a formação centrou-se em dois eixos temáticos: a consciência missionária e a espiritualidade missionária, tendo como elo a conversão missionária dentro do processo formativo.

A consciência missionária

O primeiro momento de reflexão foi sobre “A Conversão Missionária e o projeto de Igreja do Papa Francisco”, uma breve análise de conjuntura da eclesiologia proposta por Francisco. A sinodalidade como princípio foi a chave de leitura para esta reflexão. Tratou do assunto os seminaristas Paulo Araújo e Josinaldo Plácido, os quais situaram o pontificado de Bergoglio como um projeto de implantação do Concílio Ecumênico Vaticano II, sobretudo no que toca as relações entre Igreja e sociedade pós-moderna.

Com o tema “A Conversão Missionária e a Missão Ad Gentes”, o seminarista Antônio Jefferson Rezende apresentou os fundamentos da missão hoje. Destacando a reflexão teológica o assessor deu ênfase aos desafios e perspectivas da prática missionária dentro do ambiente secularizado.

 A espiritualidade missionária

O último tema apresentado foi “A Conversão Missionária e a liturgia nas diferentes culturas”. Refletida pelo seminarista Alef Braga a temática desenvolveu-se a partir da dimensão antropológica da liturgia e da geografia como chaves na abertura do diálogo necessário entre as culturas e suas formas de celebrar. Um diálogo necessário para uma liturgia cujo intento é tornar-se efetivamente mais missionária.

Por: Alef Braga, seminarista da Prelazia de Tefé.

Fotos: Humberto Vasconcelos, seminarista da Arquidiocese de Manaus.

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